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Variedade de feijão IAC é cultivada em Santa Catarina

As tecnologias desenvolvidas pelo Instituto Agronômico (IAC-APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, ultrapassam as fronteiras paulistas e são utilizadas em várias regiões do território nacional. É o caso da variedade de feijão IAC Alvorada, do tipo carioca, desenvolvida pelo IAC.
O material foi apresentado aos diretores e engenheiros agrônomos da cooperativa Copercampos, em Campos Novos, Santa Catarina. Segundo o pesquisador Alisson Fernando Chioratto, o IAC Alvorada tem o melhor grão disponível no mercado de tipo carioca – é mais claro e tem poucas listras.
As sementes do IAC Alvorada já são plantadas naquela região, mas a presença dos pesquisadores do IAC em Campos Novos, durante dia de campo, reforça a dedicação do Instituto em disponibilizar aos produtores semente de qualidade, com alta produtividade e resistente a doenças. Além de Chioratto, o diretor do Centro de Grãos e Fibras do IAC, Sérgio Augusto Morais Carbonell, compareceu ao dia de campo.
A produção do IAC Alvorada pode ser comemorada tanto pelos produtores como pelos consumidores de Santa Catarina, já que essa variedade de feijão apresenta vantagens para ambos. No caso dos produtores, o destaque está na redução de 15 a 20% no uso de defensivos agrícolas, o que diminui em 15% o custo da produção. Esse benefício resulta da resistência da variedade à antractose e tolerância à mancha angular, principais doenças da cultura.
A qualidade de grãos e caldo também valoriza o produto, já que agrada os consumidores, também favorecidos em razão dos aspectos de qualidades nutricionais e tempo de cozimento do grão. Isso porque a leguminosa desenvolvida pelo IAC tem teor de proteínas em torno de 22%, enquanto a média é de 18%. O tempo de cozimento também é menor, cerca de 25 minutos, enquanto a maioria no mercado requer mais de 30. "O Alvorada tem aroma típico de feijão, que muitos não exalam", diz Chiorato.
A pesquisa para desenvolver a variedade começou em 1996 e levou 12 anos para ser concluída. Além de produzir sementes de qualidade, resistente a doenças e com alta produtividade, a tecnologia IAC visa aumentar o consumo do feijão, que hoje é em torno de 16 kg por habitante por ano, mas que na década de 70 chegava a 22kg. A leguminosa é uma das maiores fontes de proteína vegetal e com preço acessível, além de grande importância socioeconômica, especialmente em razão da mão-de-obra empregada.
O feijão tipo carioca é aceito em praticamente todo o Brasil, abrangendo 70% da área cultivada. Além do Alvorada, o Instituto lançou em 2007 outras cinco variedades de feijão: IAC Harmonia e IAC Colorido, tipo rajado; IAC Jaraguá, tipo mulato; IAC Galante, tipo rosinha; e IAC Diplomata, tipo preto (texto original produzido pela assessoria de imprensa do IAC).
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