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Unidade de Pesquisa do Instituto de Pesca, em Ubatuba, ganha instalações modernizadas

A Secretaria de Agricultura e Abastecimento apresenta, no dia 25 de novembro, às 13:30h, em Ubatuba (SP), a estrutura reformada e modernizada do Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento do Litoral Norte do Instituto de Pesca (IP), vinculado à Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA).
Os investimentos, de cerca de R$ 500 mil (recursos do Tesouro do Estado e captações externas), permite que a unidade dê um salto qualitativo no desenvolvimento de pesquisas e geração de tecnologias nas áreas de pesca e maricultura, diz o pesquisador e diretor do Núcleo, Marcus Henrique Carneiro. “Isto ocorre não somente pela promoção de espaço mais adequado para a permanência dos pesquisadores, como também porque o Estado deu início a uma nova fase das pesquisas em curso, proporcionando a adequação do laboratório multiusuário e delineando as reformas das novas estruturas dos laboratórios de cultivo de organismos alimento, larvicultura e piscicultura em sistema de recirculação.”
O Núcleo desenvolve trabalhos focados em atividades de cultivos de peixes marinhos dos grupos de  Serranídeos e Lutjanídeos como garoupa e os vermelhos, desenvolvimento tecnológico de tanques-rede, pesquisas de criopreservação de sêmen e estudos de reversão sexual, necessários ao desenvolvimento da piscicultura marinha no Estado. Além disso, conduz o Programa de Monitoramento da Atividade Pesqueira, que proporciona visibilidade ao setor produtivo regional e contribui com as políticas estaduais, municipais e federais de pesca. O Núcleo contribui ainda com o desenvolvimento do cultivo de moluscos bivalves, como a mitilicultura (implantada comercialmente na região), e estudos voltados ao cultivo de ostras e vieiras.
O Núcleo, por meio de seus especialistas, contribui com as diversas ações de desenvolvimento regional participativo junto aos órgãos de meio ambiente (nas esferas federal, estadual e municipal), enfatiza Carneiro. “Para isso, tem assento na quase totalidade dos fóruns de gestão locais, como os Conselhos da Área de Proteção Ambiental Marinha do Litoral Norte, Conselho dos Parques Estaduais, Conselhos Municipais de Pesca e Aquicultura, Conselhos de Gestão de Recursos Pesqueiros, entre outros.
Alga marinha e indústria
No mesmo dia, as 15:30h, no Paço Municipal, será assinado Termo de Cooperação Técnica entre a Secretaria de Agricultura e Abastecimento, através do Instituto de Pesca, a Prefeitura Municipal de Ubatuba e a Associação de Maricultores do Estado de São Paulo (AMESP), com repasse ao setor produtivo de matrizes de alga marinha, cujo produto dela retirado (carragenina) – em sua quase totalidade importada – serve como matéria-prima em indústrias como alimentícia, têxtil, farmacêutica e de cosméticos.
De acordo com Carneiro, o trabalho de desenvolvimento de cultivo da alga Kappaphycus alvarezii foi realizado pelo Instituto de Pesca com a colaboração de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP).
Durante o período de estudo (mais de 10 anos), as pesquisas transcorreram em diversas linhas, desde o desenvolvimento de técnicas e padrões de cultivo, passando pela obtenção de novas linhagens e, por ser espécie exótica, a sua potencialidade de bioinvasão, fundamental para o licenciamento ambiental dos cultivos. Com isso, a entrega das matrizes ao setor produtivo “vem coroar” (os estudos), em sua fase de finalização, com o repasse da tecnologia e, claro, do conhecimento gerado para o setor produtivo”.

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Assessoria de Comunicação da APTA
José Venâncio de Resende
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