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Secretaria entrega laboratório modernizado do Instituto Biológico em Descalvado, importante região avícola

A Secretaria de Agricultura e Abastecimento entrega, no dia 1º de dezembro em Descalvado (SP), as obras de ampliação do Laboratório de Patologia Avícola do Instituto Biológico (IB) vinculado à Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA).  A reforma, que recebeu investimentos de R$ 170 mil (construções e aquisição de equipamentos), torna o Centro Avançado de Pesquisa Tecnológica do Agronegócio Avícola (CAPTAA) apto a realizar, por meio de técnicas moleculares, diagnósticos na área de sanidade avícola, bem como desenvolver métodos e tecnologias para a detecção de doenças e realizar testes rotineiros para a identificação de agentes virais (Bronquite Infecciosa, Doença de Gumboro, Anemia Infecciosa, etc.).  
Dessa forma, a unidade do IB em Descalvado mantém modernizada e equipada a linha de diagnósticos de doenças, para desenvolver pesquisas e prestar serviços à avicultura. O Centro tem importância fundamental na produção avícola estadual e nacional, “uma vez que, ao longo dos últimos 30 anos, temos realizado várias pesquisas, além dos inúmeros diagnósticos voltados para o setor, contribuindo sobremaneira para este desenvolvimento”, diz o pesquisador e diretor da unidade Antonio Guilherme M. de Castro.
Segundo Castro, o CAPTAA é credenciado há mais de 10 anos junto ao Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), tornando-se referência nacional para realizar o monitoramento oficial de empresas de produção avícola, diagnóstico de Salmoneloses e Micoplasmoses Aviárias, em conformidade com o Plano Nacional de Sanidade Avícola (PNSA). 
Metodologias mais rápidas e modernas para o diagnóstico de doenças respiratórias, bem como utilização de métodos de diagnósticos através de técnicas moleculares, permitem reduzir prejuízos na produção, explica Castro. No Brasil, calcula-se que, anualmente, ocorra perda de 30 mil toneladas de carne de frango por problemas respiratórios, na fase final de produção, acarretando um prejuízo de 30 milhões de dólares. 
Barreiras sanitárias
Doenças respiratórias, como micoplasmoses aviárias, bronquite infecciosa, pneumovirose aviária, laringotraquíte, doença de Newcastle, coriza e Doença Crônica Respiratória, possuem sintomatologia clínica muito semelhante, necessitando de realização de exames laboratoriais para a identificação precisa do agente infeccioso. As técnicas moleculares permitem acelerar este processo, contribuindo para um diagnóstico mais específico, o que resulta na imediata adoção de medidas de controle eficazes, minimizando as perdas nos plantéis avícolas.
A sanidade avícola tem sido cada vez mais relevante devido a barreiras sanitárias impostas por vários países, observa Castro. A doença de Newcastle é uma das enfermidades inseridas neste contexto.
Em São Paulo, estão localizados os principais avozeiros, que são responsáveis pelo abastecimento de cerca de 70% da avicultura brasileira, lembra Castro. “Isto demonstra a importância estratégica do Estado na produção avícola nacional.”

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Assessoria de Comunicação da APTA
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