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Preços agrícolas sobem 2,34% na primeira quadrissemana de dezembro

O Índice Quadrissemanal de Preços Recebidos pela Agropecuária Paulista (IqPR), que mede os preços pagos ao produtor rural, subiu 2,34% na primeira quadrissemana de dezembro, segundo o Instituto de Economia Agrícola (IEA-APTA) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento. Foi puxado pelo índice de preços dos produtos de origem animal (alta de 4,69%), já que o índice de preços dos produtos de origem vegetal apresentou variação positiva de 1,39%.
Dos produtos analisados, nove apresentaram alta de preços (cinco de origem vegetal e quatro de origem animal) e 10 sofreram retração nos preços (oito de origem vegetal e dois e origem animal), de acordo com os pesquisadores do IEA Luis Henrique Perez, Danton Leonel de Camargo Bini, Eder Pinatti e José Sidnei Gonçalves.
Por produtos, as altas mais expressivas ocorreram nos preços do milho (10,10%); da carne suína (8,48%); da carne de frango (6,81%); do café (6,50%) e da carne bovina (5,12%) (Tabela 2).
O aumento no preço do milho decorre de pressões do mercado internacional, em face dos baixos estoques de passagem mundiais, explicam os autores da análise. Além disso, a formação de expectativas altistas relaciona-se com a perspectiva de que a oferta somente esteja normalizada no final do primeiro trimestre de 2011, precificando a possibilidade de maior escassez.
A carne bovina apresenta neste começo de mês preço médio maior do que o vigente no início de novembro, mesmo com o aumento da oferta de animais nos frigoríficos e a redução das cotações da última semana. “Essa configuração explica o aumento dos preços recebidos pelo produtor de carne suína no mesmo período analisado, uma vez que um deslocamento percentual da demanda da carne bovina leva a impactos na procura por produtos substitutos”, dizem os pesquisadores.
Já a busca dos consumidores por substitutos das carnes vermelhas levou à reposição dos preços pagos ao produtor de carne de frango e de ovos, em parte também explicada pelo maior preço da carne bovina, observam os especialistas do IEA.
Por sua vez, os preços do café sofrem majorações devido às pressões das demandas internacional e doméstica e aos menores estoques. “Ademais, a redução em especial da safra colombiana abre espaço para vendas de café brasileiro de qualidade superior, elevando os preços médios no mercado interno de arábica, como o café paulista.”
As quedas mais significativas foram verificadas nos preços do feijão (14,38%); da banana nanica (14,37%) e do tomate para mesa (12,73%).
A íntegra da análise está disponível no site www.iea.sp.gov.br
Assessoria de Comunicação da APTA
José Venâncio de Resende
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