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Oficina discute técnicas para otimizar uso de semeadoras

A má utilização desses equipamentos para plantio pode ocasionar perdas na produtividade de até 40% O setor de maquinários agrícolas evoluiu bastante nos últimos anos contribuindo, para o desenvolvimento de equipamentos que auxiliam os produtores, desde o preparo da terra até a hora colheita. Apesar desse avanço, para se obter bons resultados por meio dessas ferramentas, o agricultor precisa de conhecimento sobre a melhor maneira de usá-las. Com o objetivo de difundir conhecimentos sobre a utilização de semeadora e evitar quedas na produtividade e na rentabilidade, o Instituto Agronômico (IAC-APTA), órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, irá realizar em 26 de outubro, a partir das 8h, a “Oficina Tecnologia para Operação de Semeadura”, na Fazenda Santa Elisa, em Campinas. O evento irá envolver aspectos teóricos e práticos e tem como propósito aprimorar aspectos conceituais junto ao público alvo – composto por operadores de máquinas, gerentes agrícolas, entre outros. Segundo o pesquisador do IAC, Afonso Peche Filho, responsável pelo evento, na parte prática do evento, uma sementadeira será destrinchada para que os participantes da atividade conheçam cada componente e entendam como eles funcionam. “É importante conhecer a parte técnica para saber avaliar o potencial do equipamento”, afirma Peche. Com base em estudos realizados em lavouras comerciais, o pesquisador do IAC afirma que a má utilização desses equipamentos para plantio pode ocasionar perdas na produtividade de até 40%. O despreparo dos operadores de semeadoras ou a falta de manutenção no equipamento acabam criando falhas nas plantações — espaços não semeados que, conseqüentemente, reduzem a produção. “Se numa área de mil hectares a eficiência for de 70%, significa que 300 hectares são de falhas, distribuídas pela área”. A baixa eficiência nesse processo provoca perda de competitividade – uma vez que essas falhas na plantação custam e não rentabilizam. Por isso, é preciso diminuir as despesas e otimizar o trabalho para se construir lavouras produtivas, com custos compatíveis com as necessidades do mercado. De acordo com Peche, independentemente do tipo da semeadora usada – manual, mecânica ou pneumática – o conhecimento operacional é fundamental para evitar prejuízos. “Com os avanços que estão ocorrendo na agricultura, os conceitos estão se perdendo, muitas vezes, se esquece a arte de semear. Não basta um bom equipamento, é preciso saber identificar os problemas e suas causas para realizar a boa implantação de uma lavoura”, explica. Ainda mais que a utilização de semeadoras abrange quase todas as culturas, em especial as de grãos. SERVIÇO Tecnologia para Operação de Semeadura Data: 26 de outubro de 2007 Horário: a partir das 8h Local: Centro Experimental de Campinas - Fazenda Santa Elisa, Av. Theodureto de Camargo, nº 1.500, Campinas, SP Informações: (11) 4582-8155, ramal 197, ou ppontes@iac.sp.gov.br Assessoria de Imprensa – IAC Redação: Igor Carvalho Edição: Carla Gomes
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