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Mapa atualiza regras para cultivares de algodão no Brasil

O Serviço Nacional de Proteção de Cultivares (SNPC), da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), promove encontro com representantes das empresas de melhoramento de algodão, em Brasília. A reunião, que termina nesta sexta-feira (25-05), tem o objetivo de atualizar as normas para caracterização de cultivares de algodão no Brasil, já que o último regulamento foi elaborado em 1999. Segundo a coordenadora do SNPC, Daniela Aviani, durante a reunião será criada uma estratégia para melhorar esse documento. Também será definido um calendário de trabalho para os ensaios de campo. Os ensaios servem para estabelecer as diferenças entre as novas cultivares de algodão a serem lançadas no mercado, garantindo, assim, a renovação constante dos materiais utilizados pelos agricultores. As conclusões finais do documento são importantes porque facilitam a identificação da cultivar no campo, explica a coordenadora. “Isso é um mecanismo que contribui para o combate do uso indevido de sementes”. De acordo com o Departamento de Propriedade Intelectual e Tecnologia da Agropecuária do Mapa, os prejuízos financeiros causados pela pirataria de sementes e mudas ultrapassam os de softwares e os de CDs, no país. Atualmente, o Brasil protege 68 espécies de plantas que compreendem grãos, frutas, olerícolas, ornamentais e florestais. Assessoria de Imprensa Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
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