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Instituto Biológico emite laudos sobre pragas urbanas em patrimônios históricos

A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, por meio do Instituto Biológico, realizou uma série de visitas a patrimônios históricos em todo o Estado de São Paulo para inspecionar a presença de pragas urbanas e elaborar laudos técnicos para auxiliar na erradicação desses animais.
Diversos museus e centros culturais da cidade de São Paulo, interior e litoral paulista, além de outros Estados do País, sistematicamente consultam a Unidade Laboratorial de Referência em Pragas Urbanas (ULRPU), mantida pelo Instituto Biológico, sobre a possibilidade de auxílio técnico a respeito das pragas, sanando dúvidas para a elaboração de editais visando às licitações de controle desses animais.
Durante a inspeção, foram encontrados cupins (subterrâneos e de madeira seca), brocas, insetos bibliófagos em geral, formigas, traças (de livros e de tecidos), baratas, roedores e pombos.
A ULRPU é acionada para fazer uma vistoria no local e elaborar um documento que elucide as dúvidas referentes à presença das pragas, por meio de estudos sobre a biologia e metodologias de controle das pragas.
Em 2015, foram emitidos laudos sobre pragas urbanas em importantes museus na cidade de São Paulo, como o Museu da Língua Portuguesa, Museu da Polícia Militar e, em janeiro deste ano, no Museu Afro Brasil.
De acordo com o secretário de Agricultura e Abastecimento, Arnaldo Jardim, o trabalho de vistoria vem sendo desenvolvido em parceria com outras instituições público-privadas, com o objetivo de sanar dúvidas e elaborar ações de controle dessas infestações. “Uma das determinações do governador Geraldo Alckmin é garantir a segurança e o bem-estar da população paulista. Por isso, além da vistoria, nossos técnicos orientam a sociedade sobre a importância de cuidar para que não haja avanço não apenas de mosquitos, como atualmente sofremos com o surto da espécie Aedes, que causam doenças como dengue, zika e chikungunya, mas também de ratos, baratas, cupim e até escorpiões, que podem colocar em risco a saúde das pessoas”, disse.
Em 2015, foram vistoriadas e emitidos laudos as edificações e acervos públicos, como: Museu da Imigração, Museu Lasar Segall, Museu do Crime, Cinemateca Brasileira, Casa Civil, Prédio da Polícia Científica, Tribunal Regional Eleitoral, Academia de Polícia, sede da Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude, Câmara dos Vereadores, Instituto de Botânica, Catedral Anglicana, Igreja de São Francisco de Chagas, Parque da Água Branca, Centro Tecnológico da Marinha – Marinha do Brasil, Biblioteca do Instituto de Ciências Biológicas da USP (todos na Capital), Museu do Café e Museu de Pesca (Santos), Museu das Monções (Porto Feliz), Centro Cultural de Brotas (Brotas), Centro Jundiaiense de Cultura (Jundiaí), sede do Instituto Agronômico de Campinas (Campinas), Igreja de Bom Jesus da Cana Verde (Batatais), prédio da Defesa Agropecuária (Sorocaba), além de vistorias em árvores viárias, colaborando com a Unidade de Preservação do Patrimônio Histórico (Capital) e em Igrejas históricas de Ouro Preto, MG (Igreja de São Francisco e Igreja de Nossa Senhora da Conceição).

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