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IAC-APTA e Fundag patrocinam Prêmio Alcides Carvalho

Por Leonardo Chagas O Instituto Agronômico (IAC-APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, e a Fundação de Apoio à Pesquisa Agrícola (Fundag) vão patrocinar o Prêmio Alcides Carvalho 2008, a ser outorgado pela Sociedade Brasileira de Genética (SBG) durante o 54.º Congresso Brasileiro de Genética. O evento será realizado entre 16 e 19 de setembro, no Bahia Othon Palace Hotel, em Salvador (BA). O Prêmio, que homenageia Alcides Carvalho - ex-pesquisador do IAC e o mais importante geneticista de café de todos os tempos -, tem como objetivo agraciar trabalhos de estudantes de pós-graduação relacionados ao Melhoramento Genético Vegetal. Cinco resumos de trabalhos científicos serão pré-selecionados para que seja feita a apresentação oral durante o congresso. A exposição dos trabalhos terá duração de 10 minutos, e o aluno responsável pela apresentação será o primeiro autor do trabalho. Esses alunos também deverão apresentar os trabalhos na forma de painel. O vencedor receberá um prêmio em dinheiro no valor de R$ 1.000,00, concedido pelo IAC, em parceria com a Fundag. Os demais classificados receberão diploma de mérito. Mais informações sobre o 54.º Congresso Brasileiro de Genética podem ser obtidas pelo telefone (16) 3621-8540 ou e-mail: sede@sbg.org.br. Alcides Carvalho O engenheiro agrônomo Alcides Carvalho, natural de Piracicaba (SP), iniciou sua carreira em 1935 na antiga Seção de Genética do Instituto Agronômico (IAC-APTA). Realizou estudos sobre os mecanismos de reprodução, análises genéticas e citológicas, além de pesquisas relacionadas à fisiologia e à química do café. Seu trabalho de melhoramento genético do cafeeiro resultou, na década de 50, na cultivar Mundo Novo; na década de 60, na cultivar Acaiá; e na década de 70 nas cultivares Catuaí Vermelho e Catuaí Amarelo, que têm como características porte baixo, rusticidade e alta produtividade, conquistando assim os cafeicultores. Em 1992, um ano antes de sua morte, participou do lançamento das cultivares de porte alto resistentes à ferrugem (Icatu vermelho, Icatu Amarelo e Icatu Precoce). Entre os títulos e homenagens, foi agraciado com o título de doutor Honoris causa pela Escola Superior de Agronomia Luiz de Queiroz (ESALQ-USP) e com o Prêmio Nacional de Ciência e Tecnologia (1982). Em função de sua aposentadoria compulsória, em 1983, foi considerado Servidor Emérito do Estado de São Paulo, o que lhe permitiu que continuasse os estudos e a formação de novos pesquisadores por mais 10 anos. Em 2008, completaram-se 15 anos de sua morte. Assessoria de Comunicação (11) 5067-0424 (Gabinete APTA) (19) 3231-5422, r. 124 (IAC - Campinas)
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