cabecalho apta130219

Grupo Fitotécnico de Cana-de-açúcar comemora 20 anos, no Centro de Cana do IAC em Ribeirão Preto

Os 20 anos do Grupo Fitotécnico de Cana-de-açúcar foram comemorados no dia 10 de abril, em evento no Centro de Cana do Instituto Agronômico (IAC-APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, que fica em Ribeirão Preto (SP). O grupo - formado por pesquisadores do IAC, de universidades e de outras instituições e por técnicos do setor privado - acompanhou as principais transformações e os avanços do setor canavieiro ao longo desse período.
Participaram do evento a secretária de Agricultura e Abastecimento, Mônika Bergamaschi; o coordenador da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), Orlando Melo de Castro; o diretor do IAC, Hamilton Humberto Ramos; o professor de Planejamento, Estratégia e Marketing da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (FEA-USP), Marcos Fava Neves; e o médico psiquiatra, escritor e diretor da Academia de Inteligência, Augusto Jorge Cury.
Na ocasião, foram entregues as obras de benfeitorias do Centro de Cana do IAC como guarita, ruas pavimentadas e novas instalações prediais. Além das inaugurações, houve homenagens a membros do Grupo Fitotécnico. Ailto Antônio Casagrande, professor da Universidade Estadual Paulista (UNESP) de Jaboticabal, recebeu o prêmio “Nossa homenagem ao Professor”. Renato Ferreira da Rosa recebeu o prêmio “Nossa homenagem ao Agrônomo e Companheiro”. Marcos Guimarães de Andrade Landell, diretor do Centro de Cana e coordenador do Grupo Fitotécnico de Cana-de-açúcar, recebeu uma homenagem especial pelo seu empenho junto ao grupo.
Bergamaschi destacou a importância do Grupo Fitotécnico de Cana-de-açúcar de trabalhar em conjunto com universidades, usinas e pesquisadores. “Estou muito feliz por estar aqui no ano em que a Secretaria de Agricultura comemora 120 anos, o IAC comemora 125 anos e o Grupo Fitotécnico de Cana-de-açúcar 20 anos.”
O Grupo Fitotécnico de Cana-de-açúcar foi fundado, em 1992, durante período de crise do setor sucroalcooleiro, conta Landell. “Nós passávamos por um momento de baixa perspectiva para o setor e resolvemos criar oportunidades para debates de ideias que nos permitissem compartilhar conhecimentos e soluções. Fomos assim expectadores ativos de muitas mudanças no setor.”
“Penso que todos nós crescemos juntos, prossegue Landell, e o Grupo Fitotécnico de Cana-de-açúcar ganhou cada vez mais expressão e importância neste contexto contemporâneo da cultura da cana-de-açúcar.” Hoje, São Paulo é o maior produtor de cana-de-açúcar, a produção de etanol do Estado chega a 60%, e essa expansão do setor foi acompanhada pelo grupo.
Mesmo tendo iniciado suas atividades informalmente numa mesa de bar, o grupo nunca perdeu o foco de criar um fórum de debates que congregasse fitotecnistas de usinas, destilarias e cooperativas, assim como pesquisadores de universidades e instituições de pesquisa para debater temas de relevância para o setor sucroalcooleiro. Os encontros no bar duraram pouco e depois de um ano passaram a ocorrer no Centro de Cana, em Ribeirão Preto. Atualmente, os membros do grupo reúnem-se sete vezes por ano e as pautas são definidas com pouca antecedência, para que os encontros sejam dinâmicos e sejam discutidos problemas urgentes.
Aproximadamente 100 instituições e empresas fazem parte do grupo, inclusive representantes de outros Estados como Goiás, Minas Gerais, Paraná, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Landell enfatiza que o fato de o grupo não ser do IAC torna o diálogo mais plural e imparcial. A única exigência para ingressar no grupo é a de compartilhar o conhecimento.
Essa integração de perspectivas de pesquisadores de várias áreas colaborou na prospecção das pesquisas. O sucesso da forma de trabalho do grupo reflete-se no número de profissionais e de instituições interessadas em participar do Grupo Fitotécnico de Cana-de-açúcar, que já foi objeto de estudo de mestrado e doutorado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Os principais temas tratados pelo grupo, ao longo desse período, foram a eliminação das queimadas nas lavouras, a implantação da cana crua, novas pragas, doenças, nutrição do solo, clima, mecanização e questões relacionadas à mão de obra,  entre outros.

Acesse nosso Álbum do fotos < clique>

A íntegra do texto está disponível no site www.iac.sp.gov.br
Assessoria de Imprensa do IAC
Mônica Galdino
(19) 2137-0613/0616
Assessoria de Comunicação da APTA
José Venâncio de Resende
(11) 5067-0424

 

Pin It

Notícias por Ano