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Curso do CTC contempla teoria e prática relacionadas a cortes cárneos de bovinos e suínos

A chegada do final de semana significa que, em muitas casas, vai haver churrasco. No momento de lazer tão apreciado pelos brasileiros, a carne é a protagonista e cada um gosta dela à sua maneira. Mas, para que a carne tenha qualidade, há vários processos que envolvem a indústria até que ela chegue à churrasqueira. O bem estar animal, o abate, a embalagem, os cortes... Todos esses detalhes influem na qualidade da carne que será consumida. Com um detalhe: o que é bom para o gosto dos brasileiros, pode não ser para mercados internacionais. Todos esses temas serão abordados no Curso Teórico-Prático de Cortes Cárneos Bovinos e Suínos, que vai ser realizado entre os dias 4 e 6 de outubro, pelo Centro de Tecnologia de Carnes (CTC) do ITAL. Como o nome indica, nos três dias a abordagem teórica será dada em conjunto com demonstrações práticas, com o objetivo de divulgar conhecimentos sobre cortes cárneos referentes tanto ao mercado interno quanto ao externo. O coordenador do curso e pesquisador do CTC, Expedito Tadeu Facco Silveira, diz o que o programa do evento busca contemplar. “O curso tem a finalidade de passar essas tecnologias, mostrar a importância de cada fase do processo”, conta. O consumidor, principalmente o brasileiro, que ainda não se atentou para uma maior exigência com relação ao produto cárneo a ser consumido, pode não ter idéia, mas o bem estar pré-abate do animal, por exemplo, pode ter grande influência na qualidade do corte. Também para o rendimento da carcaça para a indústria, esse aspecto é central e está intimamente ligado à qualidade da carne. A exigência maior, principalmente do mercado externo, também é uma grande motivação para um aprofundamento do conhecimento sobre essas exigências e condutas. Enquanto no Brasil apenas alguns nichos de mercados bastante específicos são mais criteriosos com relação a isso, para o mercado internacional esses fatores, podem representar, inclusive, uma barreira comercial. Daí a necessidade de que a empresa interessada em exportar esteja a par das preferências e demandas de cada mercado. O curso já foi dado anteriormente. Mas, nesta edição, o diferencial fica por conta da inclusão dos cortes suínos. Além dos temas que serão tratados também nos cortes bovinos, no caso dos suínos será abordado o projeto europeu EUPIGCLASS, de que o ITAL participou como convidado e, agora, tem a tarefa de divulgar no Brasil.
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