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Controle de qualidade de produtos pesqueiros, discutido em encontro internacional

A forte tendência mundial de o consumidor optar por refeição preparada fora de casa é reforçada pelo aumento da preferência da população por carnes brancas. Temas como este foram tratados durante as apresentações do 4o SIMCOPE (Simpósio de Controle de Qualidade do Pescado), que tratou ainda da questão da saúde e bem-estar do consumidor, da sustentabilidade da produção da matéria-prima e da ética na elaboração e comercialização dos produtos. São questões irreversíveis, que precisam ser levadas em conta por aqueles que fornecem alimentos, seja “in natura” ou industrializados.
O 4º SIMCOPE ocorreu na cidade de Santos (SP), de 20 a 24 de setembro, organizado pela Unidade Laboratorial de Tecnologia do Pescado do Instituto de Pesca (IP-APTA), vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento. 
Nesta edição, o SIMCOPE pareou suas atividades com a “16ª Reunião da Rede Pan-americana de Inspeção, Controle de Qualidade e Tecnologia de Produtos Pesqueiros”, organismo estreitamente ligado à FAO (Food and Agriculture Organization), bem como com o “III Encontro de Tecnólogos do Pescado”, o “II Workshop da Produção Pesqueira Marinha” e um workshop empresarial. Isto proporcionou um ambiente propício à aproximação entre empresas de pescado, associações de classe, pesquisadores científicos, fornecedores, consultores em gestão empresarial etc.

No âmbito empresarial, discutiu-se a perspectiva do pescado sob diferentes ângulos, o pescado no segmento de “food service”, a gestão administrativa e industrial nas empresas, a logística na indústria de pesca, o acesso ao crédito e financiamento das indústrias do setor e os desafios do desenvolvimento sustentável com ênfase na alimentação. O evento abordou, ainda, novas regulamentações brasileiras para os produtos pesqueiros, novos requisitos de segurança e qualidade para o comércio de produtos pesqueiros, desafios da aquicultura brasileira na produção de alimentos seguros, situação do consumo de pescado no Brasil, gestão e sustentabilidade do agronegócio do pescado marinho (reciclagem e utilização dos resíduos), a inspeção de pescado, aquicultura e ictiozoonoses parasitárias, qualidade do polvo, o mercado de produtos pesqueiros de São Paulo, utilização de ozônio como agente sanitizante no processamento do pescado, monitoramento de biotoxinas marinhas em Santa Catarina etc.

Por sua vez, pesquisadores de diversos países da América Latina (Peru, Argentina, Uruguai, Guatemala, Equador, Chile, Colômbia, Costa Rica e Honduras e México), que integram a Rede Pan-americana, apresentaram diferentes visões relativas à cadeia produtiva do pescado em seus países. A ênfase foi na inspeção e no controle de qualidade de produtos pesqueiros destinados ao mercado interno e ao mercado internacional (adaptado do texto do jornalista Antônio Carlos Simões).
Centro de Comunicação do Instituto de Pesca
Antonio Carlos Simões
(13) 3261-5474
Assessoria de Comunicação da APTA
José Venâncio de Resende
(11) 5067-0424
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