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CAPES apóia práticas de manejo e processamento sustentáveis na cadeia produtiva do pescado

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) aprovou o projeto "Gestão e sustentabilidade do agronegócio do pescado marinho com foco na reciclagem e utilização dos resíduos - ações de natureza ambiental e tecnológica para minimizar o impacto adverso dos descartes”, a ser desenvolvido pela Unidade Laboratorial de Tecnologia do Pescado do Centro do Pescado Marinho, do Instituto de Pesca (IP-APTA) vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. 
O projeto, coordenado pela pesquisadora Cristiane Rodrigues Pinheiro Neiva, foi proposto pela Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz (ESALQ-USP), através da professora titular Marília Oetterer, chefe do Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição e orientadora do Programa de Pós-graduação (PPg) em Ciências do CENA (Centro de Energia Nuclear na Agricultura) da USP. Também conta  com a colaboração do Sindicato da Indústria da Pesca no Estado de São Paulo (SIPESP), através de seu presidente, Roberto Kikuo Imai, bem como do Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental (CIIMAR) da Universidade do Porto (Portugal), com a coordenação dos doutores Rodrigo Ozório e Paulo Vaz Pires.
A agroindústria tem se expandido cada vez mais para atender à crescente demanda populacional por alimentos. Dentro deste contexto, com sua economia fortemente baseada no agronegócio, o Brasil contribui para a geração de grande quantidade de resíduos agroindustriais resultantes das atividades de processamento. Tais resíduos, por sua vez, representam um grave problema, pois, aparentemente sem aplicação viável, são descartados diretamente no meio ambiente. Muitos resíduos são ricos em compostos bioativos, amplamente reconhecidos por suas propriedades promotoras de saúde e aplicações tecnológicas, representando, portanto, potenciais fontes naturais destas substâncias.
O estudo dos resíduos agroindustriais da cadeia produtiva do pescado contribuirá para o desenvolvimento de tecnologias que proporcionem novos destinos a esses materiais, diminuindo o descarte ao meio ambiente. O setor pesqueiro será o maior beneficiado, em razão da agregação de valor aos seus resíduos e da possibilidade da utilização de aditivos farmacêuticos e de bioenergia, contribuindo simultaneamente para a melhoria da qualidade de vida dos consumidores, além da geração de patentes brasileiras.
A proposta geral é desenvolver e implementar práticas de manejo e processamento sustentáveis para reduzir, reutilizar e reciclar os resíduos produzidos pela cadeia produtiva do pescado, respeitando o meio ambiente e transformando-os em subprodutos que aumentem a receita.
Link: íntegra da reportagem de Antônio Carlos Simões e Márcia Navarro Cipólli
Assessoria de Comunicação da APTA
José Venâncio de Resende
(11) 5067-0424
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