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Alta de 1,21% no preço dos alimentos no varejo, informa IEA

No mês de outubro de 2017, o acompanhamento da variação dos preços de itens alimentícios, no município de São Paulo, realizado pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA), registrou alta de 1,21% quando comparada ao mês de setembro, e de -2,09% quando confrontada com outubro de 2016; ou seja, o valor dispensado para adquirir a cesta de mercado atualmente é inferior ao pago a um ano. O levantamento tem como base a cesta de gêneros necessários para a manutenção mensal de família composta por quatro indivíduos em média.
Para o grupo de produtos de origem animal, a alta no mês foi de 0,43%, entretanto, o subgrupo “carnes” que detém expressivo peso no dispêndio familiar, não foi o responsável pelo valor positivo observado, pois, registrou variação negativa de 0,12% quando comparado a setembro, entretanto, os subgrupos “leites e derivados” e “ovos” apresentaram alta de 1,02% e 4,25%, respectivamente, explicou Vagner Azarias Martins, pesquisador do IEA, responsável pelo levantamento.
Nesse mês, o índice de preços de produtos de origem vegetal reverteu tendência de queda verificada nos últimos dois meses e fechou em alta de 1,99%. Os produtos hortícolas foram os que mais contribuíram para esse resultado. A batata, por exemplo, fechou o mês com alta de 21,88% em relação a setembro. As fortes chuvas observadas e o final de safra em regiões importantes, explicam essa alta. No grupo “frutas” o destaque negativo para o consumidor foi o limão tahiti. Em outubro, foi observada alta de 34,44% nos preços médios, fato explicado pela diminuição da oferta do produto devido à estiagem ocorrida nos meses de inverno somada ao período de janela de mercado. A boa notícia ficou para a manga, com queda de 15,46%, ocasionada pela abundante oferta da fruta no mercado.
Nos produtos básicos que compõem a cesta de itens alimentícios das famílias paulistanas, o pão francês apresentou alta importante no período (3,93%). A alta do dólar observada em outubro e a baixa oferta, possivelmente, explicam esta variação positiva.
Para ler o artigo na íntegra e consultar as tabelas, clique aqui.
Por: Nara Guimarães 
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo

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