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Agronegócio brasileiro não destrói meio ambiente

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Luís Carlos Guedes Pinto, destacou que o trabalho forçado e degradação ambiental devem ser desvinculadas do crescimento do agronegócio. Em sua participação no seminário "Desafios à expansão da agropecuária brasileira" na Câmara dos Deputados, o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Luís Carlos Guedes Pinto, destacou que as informações sobre trabalho forçado e degradação ambiental devem ser desvinculadas do crescimento do agronegócio antes de serem passadas aos outros países. Segundo estudo da Embrapa citado por ele, em todo o planeta, o território brasileiro foi o que mais conservou biomas e florestas primárias. "Esta é uma demonstração de que a agricultura brasileira se desenvolve de forma sustentável tanto do ponto de vista ambiental quanto social", enfatizou. "Não estamos destruindo os recursos naturais. Ao contrário, estamos desenvolvendo tecnologias que permite ao produtor recuperar áreas degradadas, como a integração lavoura-pecuária", destacou, segundo informações da assessoria de imprensa do Mapa. De acordo com o ministro, essas informações devem fundamentar as negociações internacionais de forma que a questão ambiental não se transforme em nova barreira aos produtos brasileiros. "É preciso lembrar que já enfrentamos tarifas de até 250% na União Européia e até 800% fora do bloco econômico, sem contar os subsídios e as barreiras sanitárias". O seminário termina hoje, no auditório Nereu Ramos. O objetivo é debater o futuro do agronegócio frente ao novo cenário político, econômico e social, tanto no âmbito interno quanto no contexto internacional.
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